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domingo, 10 de outubro de 2010

Centenário da "Raboita di Rubon Manel"


Na 1910 mosinhus

Raboita di Rubon Manel

Djes leba nhos mudjei,

djes prendi nha guenti

Pamo kel um dôs gran di purga
Eh eh eh forti duedo na mundo

Eh forti passa mal tamanhu


Refrão

Xila di Pala ka meresi ba kadia

Nhanha Bombolom ka mereci ba kadia

Maridus tudo dizorientadu

Pamo mudjeres sta fitchadu


Refrão

Djes perdi tinu es ca sabi undi es ta bai

Nhanha Bombolom mixa bragero na boca

Soldado tranka pe na pedra da totis na tchon

Nha guenti djes kori es bai ses kaminhu


Refrão

Djes manda tchoma Padri Duarte

Kela go nada ver ca tem

Djes fazi diskursu bunitu

Ma li na tchon ki nu sta

Refrão

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Haja tanto café!

Com tanto café com leite gasto, de certeza que não usaram açúcar nem adoçante... Por isso, aqui vai uma humilde homenagem ao Café Margoso...

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Até Breve, Vadú!


No dia em que comemoramos a democracia, fomos, de uma forma violenta e fria, relembrados, recordados de quem é a grande democrata, a Rainha da Democracia do Reino dos Vivos... A Morte... essa mesmo, que não segrega nada nem ninguém, remetendo todos nós, seres vivos a um único grupo... O dos condenados, dos futuro mortos, os mortos wannabe. Bem, de facto, a nossa vontade em nada faz a diferença, só se for para apressar a sua vinda... a sua cruel, fria e certa visita. Sempre o disse, e repito, para morrer basta estar vivo. Mas recentemente, tem parecido que esta equação ganhou mais uma incognita ou mais uma parcela. Pois, sinceramente, parece que... hoje em dia, para morrer, basta, logicamente, estar vivo, mas se se for um bom artista ajuda, não só ajuda como acelera o processo aumentando a probabilidade de ser o seguinte.
Nestas ilhas, parece que a notariedade, dom e vocação para a as artes, faz com que a burocracia necessária para arranjar os bilhetes/passaporte/visa "para o caminho das estrelas" desapareça e acelere todo o processo.
E assim foi mais um amigo, mais um amigo cantor e compositor. Assim desapareceu mais um espirito leve, um optimista de profissão, alguém que tinha muito mais para dar, do que para receber deste mundo. E que nunca se duvide que a sua memória é eterna, tal como a sua alma.