Mostrar mensagens com a etiqueta Poemas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Poemas. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

To Mandela or not to Mandela!


Mas o que é o Nacionalismo

E o que têm a ver com Mandela?

É a estúpida convicção, que a nossa Nação

É melhor que as outras por termos nascido nela.


Linhas Invisíveis num mapa

Nada mais os países são

Nunca julgues nada pela capa

Favor seguir esta afirmação.


Mandela fez feitos a nível mundial

Normal ser agraciado também por cá

Pois fazemos parte da granja Mundial

Que sabe que como ele poucos há!


Poderia muito bem ser Cesária

A rotular de nome ao nosso Aeroporto

Ou mesmo qualquer um outro

Que se destacou na área Literária


Mas primeiro que da cabo-verdianidade

A que tão orgulhosamente pertencemos

Convém realçar que é na Humanidade

que realmente somos e nos lemos.


Pensa Global e age Local.

Somos Mundial e somos Cabo Verde

King, Mandela ou Ghandi seria normal

O Mundo ganha e ninguém perde.


E se na antípoda Nova Zelândia

Quisessem para nome de novo aeroporto

Um nome qualquer da nossa Terrolândia

Um desses heróis que nunca estará morto?


Devemos valorizar o que é nosso.

Até que é um bom princípio

Mas se achas que Nelson não é nosso.

Acende a luz pois estás num precipício.


Ter o nome do aeroporto da Capital

Associado ao nome de um grande defensor

Dos direitos humanos em Geral

é sinal que sabemos dar valor a quem nos deu AMOR!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Feliz S. DlimDlim!!


Quero um feliz S. Valentim

Para todo o Mundo

Mas sobretudo a mim,

dedico esse sentimento profundo.


Eu amo-me mutuamente entre mim

E felizmente sou correspondido

Difícil é, encontrar um amor assim.

Se o encontrares... cuidado! Pode ser fingido.


Podes-me chamar narcisista.

Não me aquece nem arrefece.

Melhor que ser um materialista

Que mostra amor quando ao calendário apetece.


Não sofro síndrome de rebanho

Nem reservei mesa em restaurante

O strip-tease da carteira em seu tamanho,

não mostra o que sinto à minha amante.


S. Valentim!? Sim!


Mas só se for todos os dias.

Esteja casado ou solteiro

Se eu dissesse será que me entendias?

Que o meu amor é para o Mundo inteiro!!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

...


Nos momentos de maior escuridão,
vislumbro bem melhor as estrelas.
Sufocado e encharcado de solidão,
Tropeço nas almas mais belas.

Sorrindo, me sinto triste,
Brincando, vou-me desesperando
Feliz Felicidade não existe
Meu sistema não têm esse comando















quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Chuva que chove sem parar de chover!

Não chove... paisagem lunar.
Chorasse, então... por água do céu.
Chove... aprende-se a nadar...
E a ilha de tão alagada... virou... ilhéu!


Escapá de bála, morrê de tir!
E logo nós que ao primeiro aguaceiro,
Nos fartámo-nos de divertir e rir
Dessa chuva! Que ora trás ora afoga dinheiro.


Chuva! Que saibas vir todos os anos,
Mas que não fiques assim tanto por cá,
Pois nós... mal nos governamos
pois só construimos estradas sem canos.


Que aja muita ribeira
Onde deva haver, pois a meu ver,
Devia haver é maneira de haver chuva certeira
De escolher... onde chover!


O Mato Inglês está tão verdinho,
Que é um previlégio, o ver,
Mas não consigo enveredar nesse caminho,
Porque simplesmente... não pára de chover!

O feijão já tem molho sem ser feijoada
Chuuuuva! O milho reivindica por Sol!
Era para termos coroado, mas que nada!
A terra tava enlagada, ou seja... mole!

Chuva! Ainda continuas?
Fiz o poema só não o pus no blog
Não vês que assim alagas as minhas ruas
Ou tás à espera que eu me afogue?

Chuuva! Fui-te ver à janela,
Cansei-me de só te ouvir cair...
Diz-me! Se acender uma vela
Celebrarei o teu partir?

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Basta!


A Luz do escuro brilha, brilha.

Brilha tanto, que brilha até de dia.

Thugs dançam a música desta ilha

DJ Electra é que nos envia.


De apagão em apagão

Sorrimos e brincamos

Mesmo se fica sem o pão

Alguém que gostamos e amamos


Cheiramos a perfume

Apenas com meio litro de banho

Não será reminiscências de estrume

Esse tal cheiro estranho?


O básico do básico

Escasseia em todo o território

Houve contador trifásico

Que já virou mictório


Pagamos a ausência de luz

Pagamos o ar nas torneiras

Há dias que nada se produz

Manifestações!?… Só brincadeiras…


Cidadania?... Lema de Campanha…

Exigir o que é o nosso direito!?

Claro que não… não estamos na Alemanha!

Agimos do nosso jeito… com defeito!


Preocupar-me com um Partido?

Esperar a Pró-Praia actuar?

Nada disso faz sentido

Se a água está a rarear


Vamos todos sair à rua

Solução é a meta

Até lá a luta continua

Tudo o resto… é treta!


Não me interessa se tens motor

Pior ainda cisterna

Vê se fazes algo, por favor

Pela tua Pátria Materna


Sem Brincadeira… Sexta-feira

Por volta das seis e meia

Quero ver a cidade Inteira

A aderir a esta ideia


Praça Grande no Plateau

Palco da nossa concentração

Se não fores és um côcô

Não terá outra explicação!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Os deputados que merecemos


Mergulhados na crise que estamos,

Vivenciando momentos complicados

Resolve-me sair o Sr. Basílio Ramos

Com aumento salarial para Deputados?


E porque não, então, para a população?

Ah pois, estamos no meio de uma crise!

Para nós! Pois para os Deputy da Nação

É só Jipe, lagostas e férias em Belize!


A qualidade do que se produz…

Na nossa esbanjadora Assembleia,

Compara-se a lamacentos rios de pús

Ou a pestilentas cascatas de diarreia!


Desculpem lá , o meu mau linguajar,

Desculpem o pleonasmo exacerbado

Mas é que eu não estou a acreditar

Que se calhar o Basílio é um pau mandado!


Não sei quem vem ao auxílio do Basílio.

Mas espero que seja a sua consciência.

Que veja que, há quem não ganhe pró milho,

E que evite o mergulho na subserviência.


Aos nossos novos deputados…

Corram de maus exemplos seguir,

Não imitem tristes dinossauros alienados,

Sejam a diferença que querem sentir.


Maioria simples! Terceiro mandato!

Oposição gagá! … O mote está dado…

Irá tudo contra o meu desiderato,

E Cabo Verde sangrará de estagnado.


E meu caro António Monteiro

Não interessa onde te sentas,

Desde que lá estejas, por inteiro!

E não só para mostrares as ventas!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Não me chamem de Poeta!

Não me chamem de Poeta!
Apenas rimo bem...
Mas por todo este planeta,
outros rimam bem também.


Eu não sou Poeta!
Mas vivo triste no interior.
Por fora rio e obro pateta
e não extravaso o meu amor




Não respondo por Poeta,
porque não sou assim
nem nenhuma vedeta,
que apenas pisa jasmim



Não vivo como Poeta
Nem quero morrer como um
Ser infeliz não é a minha meta!
Quero ser feliz como qualquer um...


Se gostaria de ser Poeta!?
Se no mundo houvesse harmonia...
Mas de amor fazemos dieta.

É o problema de hoje em dia



Não nasci Trovador
Não nasci sofredor
Mas nasci sonhador
e sobrevivo com essa dor




Escreve um poema,
com toda a calma.
Se tiveres problema,
escuta a tua alma!

Faz como eu

reseta a tua dor

Prometo-te o céu

mas em cima dum andor



Vai... Escreve poesia...

Porque não escreves?

Não fazes magia
Se não te atreves


Eu jamais serei poeta
mas todos o somos
eu, tu, ele e etecetra
se não somos já o fomos


Quem quer ser poeta?
Ponha o dedo no ar
E arrume a sua maleta
Que nós!? Vamos voar...

(Em homenagem aos nossos poetas,
hoje no dia da Poesia...)







quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Mesti Vota!!


Ah ka Psuda...!
N ka kre "Mesti Muda"
N ka kre "Mesti Manti"
N ka podi da kes otu um chanci
Pamodi ess ka ta podi garanti!
Vota sta mariadu e xuxanti!
Felismenti du katem
Petroleo nem diamanti
Pa danu guerra tambem.
N ta vota dia 6, oras ki manxi...
N ka sabi na kenha, mas na alguem...
Bu ka devi e ser idiota
Por isso bo mesti.... E VOTA!


Manera pessoal nha kriol ta mariadim?

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Liberta o teu julgamento!


Cortar as amarras a um Partido,
é tirar as vendas à sensatez.
O que pensas não deve ser dirigido
Por quem sobe ao poder, à vez!

Cor-de-Rosamente Meloso!


Desespéro com a tua ausência
Espero desesperadamente tua essência
Sofro na solidão sem paciência
Quero sobreviver, peço clemência.

Todo este vasto Universo
É sem sentido, tal como este verso!
Se eu não te puder sentir,
Bem coladinha a mim, a sorrir.

Passam os minutos, seguidos das horas,
Rios de tédio geram mares de ócio.
Gangrena corroedora da alma não vê melhoras,
A tristeza gruda-se a mim como um sócio.

Vazio por dentro, fútil por fora!
Equação de vida sem fórmula resolvente.
Apagada da mente no coração mora
O chá do teu ser e da tua semente.

Coração doente e encriptado
Rumo de vida sem rumo e sem GPS
Poema de de vida sem letras e não rimado
Apenas porque a tua pele não me aquece!

sábado, 3 de julho de 2010

Amor futuro, passado burro!


Amor sem alma, ou alma sem amor?

Ódio com dor, ou dor com ódio?

Se na Olimpíadas honrassem o horror

com horror me veria honrado num pódio.


Para quê a alma?

se ela nos faz sofrer?

Como ter calma?

Se não te posso ter?


O que é a alma? Meu Amor?

Se tenho alma e não sou amado

em mim... tenho só a pura dor!

Mas ser amado é ser encontrado?


E quem quer ser amado

Sem conseguir amar?

Dêem-me o que dar, para ser dado

para dar o que tenho a dar


Temo o que não posso dar

Receio ter muito para receber

Mas mais sei que te quero amar

Mesmo sem ainda te conhecer...

terça-feira, 29 de junho de 2010

Suicido-me... mas não morro!


Pela segunda vez, este poema que fiz no dia 13 de Setembro do ano passado, faz todo o sentido que o partilhe aqui outra vez.


Suicido-me... mas não morro!

Suicidei-me... mas não morri!
Fiz tudo para não respirar,
Mas infelizmente... continuo aqui
E nas narinas ainda entra ar!


Suicidei-me... mas não pereci!
Rastejo pelo calendário,
Mas porque sobrevivi...
O meu sufoco é diário...


Suicidei-me... mas não faleci!
Na minha face, não vês sorriso.
Toque da morte não senti,
Perambulo por cá! Sem juízo...


Suicidei-me... mas ainda dói!
Preciso dar um "disable" à dor
Pois a minha alma se mói...
Quem a pára por favor!?


Suicidei-me... mas não me matei.
não evoluí nem desenvolvi.
Respondo por Tey,
mas esse ser, já não mora aqui, em mim.


Não morri... mas ressuscitei.
Não fui enterrado nem chorado,
Mas acredita, que eu sei,
que quase tive do outro lado.


Não morri... mas reapareci.
Pensaste que eu tava morto,
Mas apenas envelheci,
Como qualquer outro.


Não morri...mas me despedi
De ti minha ilha, de ti meu povo.
Ressurgi, estou aqui!
Please, aceitem-me de novo.


"Prop mim... e (não) grinhassim... bo ta acredita na mim?

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Campanha de manha!

Destino dos fundos de campanha no Brasil


Vêm aí mais uma Campanha

Onde os Partidos

Usarão a manha

Para enganar os pobres eleitores

Que antes estavam esquecidos

E agora afogar-se-ão em flores


Haverá mais esbanjamento,

Aumentará a corrupção...

Comprar-se-ão votos com cimento...

Pois nunca aprendemos esta lição!


Este é o filme que já vimos,

Este é o filme que vamos ver

Políticos agindo como símios

E cada eleitor procurando se vender


Será mais uma campanha sem debate?

Será mais uma campanha sem ideias?

Em que camisas darão o xeque-mate.

E quem tiver a menos sofrerá de encefaleias


Mais uma eleição de... ou vaca ou boi!?

Mais um sufrágio A ou B?

Assim o será, tal como sempre o foi?

E as outras opções existem para quê?


Votar na mesma mesmice

Parece-me muita burrice,

Votar num erro do passado

É um erro ao quadrado

Mas votar noutro lado

É um voto estragado!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Pensamentos Lúbricos

Eu penso…

Num creme d cacau morno

Espalhado num corpo branco

Uma língua acariciadora, gulosa

Lambendo cada gotinha

Em cada recanto perdido

Quase que consigo ouvir os gemidos que preenchem o ar

O odor que se desprende dos corpos vibrantes

A travessura sedutora dos sorrisos

A loucura palpável do desejo insatisfeito

As provocações deliberadas

Gestos incontidos, impossíveis de conter


Respirações entrecortadas, ofegantes

Anseios, gritos, gemidos, exigências

Súplicas de necessidade ardente

E enfim… o clímax

A torrente de sensações avassaladoras

Ondas de prazer incontrolável

Inicialmente arrebatadoras

Diminuindo a intensidade lentamente

Arquejos de exausta satisfação

Languidez prazerosa

O sono… abençoado sono reparador

Sonhos leves como plumas

Toques insinuantes

Despertando lentamente

Inexoravelmente

Para uma nova

Deliciosa tormenta amorosa


Este poema é da minha irmã Lídia Silveira Fortes que só agora me apresentou os seus poemas, e espero que me mostre muitos mais...

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O Culto da mediocridade

Mata-se na minha Praia!...
Assalta-se em S. Vicente!...
Donde veio essa laia,
que mistura-se com a gente?

Banaliza-se a violência.
Quer-se riqueza fácil!
Desvaloriza-se a Excelência!
Ignora-se o ser táctil...

O culto da mediocridade
Mescla-se com cada ser
Os valores na nossa Sociedade
Divertem-se a inverter

Descemos ao fundo do poço!
E encontramos um alçapão.
Pensamos como alho choço,
de tanto viagra para tesão.

Os bandidos usam cruz
E com cruzes vemos bandidos.
Se não aparecer uma luz,
No escuro estaremos perdidos.

Cada um, é o que ostenta,
E não o que é...
e se não o aparenta,
não é o que é.

Onde vamos nós?
Descalabro sem fim!?
Vamos, ergue a tua voz
E junta-te a mim...

Aponta o dedo...
se puderes denuncia.
Não tenhas medo...
de te dirigires à Polícia.

Trata o bandido como tal,
Não de maneira diferente
Não ajas normal,
Com esse tipo de gente.

Bandido é na cadeia
Com gravata ou não,
Essa é a minha ideia
Concordas ou não...?


"Foi feito por mim e postado em 27 de Outubro aqui no blog, mas ao que parece ainda continua na moda, matar e toda essa violência gratuita"

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Para ti... Carlos Veiga!


Não sei se vivemos no mesmo País,
Nem sei se por estas ilhas tens amor.
Pois quem fala a verdade nunca diz,
Que o MPD foi "Elemento Fiscalizador"


Bota-abaixo, não é fiscalizar...
Felizmente temos boa memória.
Por isso escusas de estar a inventar
que o MPD, fez parte nessa vitória


Sempre foram contra o MCA,
"Não tínhamos capacidade de Gestão"
Logo, então, o segundo pacote do MCA
Escusas de tentar, lhe por a mão.


Se quase estive para ser de um Partido,
Ao MPD devo essa contraditória sensação,
Pois o segundo mandato, pior não poderia ter sido!
Estavam a "ptá de solda", não era privatização!


Gastaram no vosso tempo, milhões do INPS,
A Electra e a TACV... era a mesma mesmice
Por isso não fales mal, pois não te favorece
E pode-se rotular de muita palermice.
E podes ficar muito contente, por em 2011
Não ganhares apenas a medalha de bronze.
Pois infelizmente, o António Monteiro
Continua sem angariar suficiente dinheiro.
E em 2012, vais compreender e achar
que afinal, o Jorge estava no seu lugar.
As coisas não são o que nos parecem...
As coisas são o que elas são...
E como quem vota é o POVÃO!
E eles não votam, nos que aparecem
mas sim nos que merecem!

Nestas 3 décadas que já vivi,
O Pior que um Governo já me fez,
Foi a Privatização da Telecom, a que assisti
E que demorou mas o PAICV, lá desfez...
(Reacção à entrevista do Dr. Carlos Veiga que acontece
aqui...)

Foto: O Jornal da Hiena in
www.ojornaldahiena.wordpress.com






quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Para Ti... Zé Das Neves

Será que somos bem governados?
Sendo sincero, não sei ser exacto.
Mas incomodem-se os incomodados...
É que ganhamos mais um Compacto!

Zema... agora falando claro e sinceramente,
Contribua para o Povo de S.Vicente feliz.
Pois há muito, que esta nossa boa gente,
Espera uma sala de espectáculos de raiz.

Fala muito em valorizar a Cultura.
Pois então, não deve é semi-fazer.
Se fizer, faça uma Sala "à altura"!
Nós prometemos que a vamos encher.

Complexo de Pescas... era bom...
Porto de águas Profundas... maravilha
Depois de o felicitar, mudo agora, o tom,
Pois sei bem, que o dólar vai para a ilha...

S. Vicente é para passar férias!
Certamente ficaria descaracterizado
Misturado com coisas sérias...
"Esta é a rima que mais tenho rimado!"

Governa-se bem, mas centralizado,
Exactamente onde estão as embaixadas
Por isso a visibilidade... é do outro lado!
E nunca... nas pobres ilhas descriminadas!

Mas disse na sua rápida entrevista
Que iria ouvir o povo Cabo-verdiano
Então oiça este pseudo-anarquista
E gaste o dinheiro "no" povo Verdiano...

Peço desculpa, Sua Excelência!
Se abuso de excesso de falta de conhecimento.
Senão a mim não me soava a incompetência,
Não terem investido mais no saneamento!

Primeiro Compacto... 110 milhões.
Bem gastos (acho), desde aquela altura,
Então como a Praia continua nos apagões
E das torneiras farta-se de correr... secura!?

Como pensamos e vemos apenas duas cores,
Nesta insípida sociedade bipolarizada.
Deixe-me afirmar que não morro de amores,
Pelo PAICV, MPD, UCID nem nada...

Apenas queria lhe dar os parabéns
Por esta sua/nossa conquista,
Mas Zé!... não te esqueças dos Zé-Ninguéns,
Que moram no bairro de lata da Boavista.

Parabéns ao Nosi, pelo software de gestão,
Aí sim, ganhamos eficiência e transparência.
Galera do MCA-CV... quanta paixão!...
Por isso é que fomos exemplo de eficiência!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

OrçaLamento AtEstado!

"Com muito esforço lá pus a minha cara séria n.º 2, expressão III, para verem que estou sem dúvidas a falar a sério!!! Scheize!


Discutimos mais um Orçamento
deste nosso Estado?
Ou lançamos mais um lamento
para o estado do Estado
Neste preciso momento?

Discute-se com fundamento?
Ou ameaça-se com a cadeira?
verborreiando sem sentimento,
Sobre o destino da mamadeira...


- Se queres as eleições ganhar,
Tens que levar com a cadeira!
- Segundo mandato, hora de mudar,
também queremos a mamadeira!


São esses os Deputados que temos?
São desse tipo que precisamos?
Se dessa raça é que elegemos,
Não ajudamos o País que amamos.

Formatem os vossos partidos...
Mudem as intenções de voto...
Mas mudem algo... amigos...
Senão... continuaremos neste esgoto!


Não temos opções de escolha,
Apenas reciclam-se mesmices
Diz-me se é coisa que valha,
Todos os anos elegermos as mesmas Misses?

Mas é assim a nossa política...
Não reciclamos matérias-primas
Reciclamos apenas os primos
Que desmaterializam a nossa bica!


Os Deputados votam o que sentem?
Ou votam na cadeira que estão sentados?
O pior é que não pressentem,
que quando mentem, nós somos os censurados!

Obediência Partidária!
Dizem vocês que sabes de política...
Se para vocês não é uma coisa arbitrária.
Para mim, não ajuda, complica...

Nós elegemos os "nossos" deputados,
Para defenderem os "nossos" interesses
Mas ao invés de por eles representados
Representam eles as próprias benesses

Fartam-se de acumular funções,
No Público e no Privado
Acumulam "Milhões",
E o povo continua coitado!

PAICV, ou mesmo o MPD
Até mesmo o outro Partido
que pouco ou nada se vê,
Agem nesse mau sentido...

Convido a si, Senhor Deputado,
A pôr tudo por escrito,
para que seja lido e compreendido,
o que já fez para o Bem do Estado.

Quantas ideias já pariu?
Quantas pessoas já ajudou?
Ou apenas votou e decidiu,
Nas ideias que o seu Partido germinou?

Quantas propostas de Lei?
Quantas revisões constituicionais?
Ou bo e sô dakês ê ke ta estod prei,
Ta spia ondê ganhã mais?


Convido a si, Presidente da Assembleia
A reunir todos os Partidos
Em torno desta ideia
E a fazer de nossos ouvidos...
Naa.. ainda melhor...
Publique as respostas, por favor...


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Um "Oi" não brasileiro...



Posso estar com um olho fechado,

Posso até parecer inocente,

Mas o olho do outro lado,

Tcheka toda a gente...

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Exmo Sr. Mosquito!

Prezado Sr. Mosquito:
Isto era quase o Paraíso
Não tão verde, mas bonito
Mas chegaste tu... sem aviso!

Tu trouxeste-nos a morte,
o pânico, a doença e a tristeza
Cada um entregue à sua sorte
Com medo de virar sobremesa

Cravinho viraste mais que ouro
Diferenças sociais eliminaste
Todos iguais num matadouro
Somos o povo que condenaste

Não sei se vieste do Brasil
Nem isso muito me importa
Só sei que atingiste uns nove mil
Desde que entraste na nossa porta

Não nos pique Sr. Mosquito
Muito amargo é o nosso sangue
Dizemos o dito por não dito
E reinventamos o termo gang

Dependemos muito do turismo
Para o termos a zumbir por aqui
Veja lá se demonstra civismo
E nos faça um favor.... Bri dali!

Sr. Mosquito matador
Sr. Mosquito assassino
Parta... please... por favor...
Não leve o meu menino!

Se já não há nenhum repelente
Em nenhuma das nove ilhas
Nem mesmo em S. Vicente
Como é que te ponho a milhas?

Amanhã saímos todos à rua
Queremos te exterminar, confesso
Se sobreviveres... sorte tua
pois a sorte favorece o perverso

Diz-me o que te dizer
Para que não digas que não te disse
Para te convencer a desaparecer
Deste nosso pequeno Paraíso.